quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL A independência do Brasil foi declarada em 7 de setembro de 1822 e foi resultado do desgaste das relações luso-brasileiras a partir da Revolução do Porto de 1820.

 

Escola:______________________________________________________

Taguatinga – TO,................./ ................................/ ................

Aluno (a).............................................................................................. Nº.............

Série/Ano: ...........         Turma:..................      Ensino:__________ Nota:______  

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL A independência do Brasil foi declarada em 7 de setembro de 1822 e foi resultado do desgaste das relações luso-brasileiras a partir da Revolução do Porto de 1820.

independência do Brasil aconteceu no dia 7 de setembro de 1822, e, por meio desse acontecimento, o país conquistou a sua emancipação de Portugal. Nesse dia aconteceu o grito da independência, realizado às margens do Rio Ipiranga, em São Paulo, e dado por Pedro de Alcântara (futuro D. Pedro I). A independência brasileira foi acompanhada por pequenos conflitos armados, localizados principalmente no Nordeste.

Causas

A independência do Brasil foi declarada em 1822, mas esse acontecimento tem relação direta com a vinda da família real portuguesa para o Brasil, em 1808. A vinda da corte portuguesa para a colônia aconteceu devido à invasão de Portugal realizada pelas tropas napoleônicas, em 1807. À época, Portugal tinha D. Maria como rainha e D. João como príncipe regente.

A vinda da família real para o Brasil resultou em transformações profundas nas áreas cultural, comercial e econômica, e deu abertura para um processo político que resultou na independência da colônia. A primeira grande medida decretada por D. João VI (ele só se tornou de fato D. João VI em 1816) foi a abertura dos portos brasileiros para as nações amigas, e isso permitiu que os comerciantes brasileiros negociassem diretamente com comerciantes ingleses.

D. João VI também tomou uma série de medidas que incentivaram o desenvolvimento cultural e a modernização do Brasil, demonstrando o intuito de torná-lo uma parte integrante do reino português e não apenas uma colônia. Isso aconteceu em 16 de dezembro de 1815, quando o Brasil foi elevado à condição de reino. A partir daí, Portugal passou a chamar-se Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.

O grande objetivo disso era manter os colonos satisfeitos com Portugal e evitar que o Brasil seguisse o caminho da revolução — como havia acontecido na relação EUA e Inglaterra. Apesar dos avanços, a presença portuguesa no Brasil gerou atritos, e o caso simbólico desses foi a Revolução Pernambucana de 1817.

Essa revolução demonstrava a insatisfação local com mudanças ocorridas após a vinda da família real para o Brasil e foi duramente reprimida. Três anos depois, os problemas vieram de Portugal quando estourou a Revolução Liberal do Porto, em 1820. Os acontecimentos dessa última é que precipitaram o processo de independência aqui.

Portugal enfrentava uma grave crise por conta da invasão francesa do período napoleônico. Na metrópole havia uma grande insatisfação pelas mudanças que aconteciam no Brasil, sobretudo pela liberdade econômica que a colônia havia conquistado. As grandes exigências realizadas na Revolução do Porto foram:

·         o retorno do rei para Portugal;

·         o restabelecimento do monopólio comercial.

A segunda exigência, principalmente, incomodou profundamente os colonos porque deixava claras as intenções da elite portuguesa em perpetuar os laços de exploração colonial. Quanto à primeira exigência, ela resultou no retorno de D. João VI para Lisboa em 26 de abril de 1821. Seu filho, Pedro de Alcântara, permaneceu no Brasil como regente.

Processo

O processo de independência do Brasil avançou e concretizou-se durante a regência de D. Pedro. As Cortes portuguesas, instituição política surgida com a Revolução do Porto, tomaram algumas medidas que foram bastantes impopulares no Brasil: o retorno de algumas instituições originadas no Período Joanino em Portugal, o envio de mais tropas para o Brasil e o retorno do príncipe regente para o país europeu.

As negociações realizadas entre as autoridades brasileiras e portuguesas ficaram marcadas pela intransigência dos portugueses e contribuíram para aumentar a resistência dos brasileiros em relação a Portugal. Esse distanciamento entre brasileiros e portugueses deu margem para o discurso de independência do Brasil, e é importante frisar que o desejo inicial dos brasileiros não era a separação.

Quando os portugueses exigiram o retorno de D. Pedro, os brasileiros reagiram e criaram o Clube da Resistência, que entregou um documento a D. Pedro, com milhares de assinaturas, exigindo a sua permanência no Brasil. Por causa dessa reação dos colonos é que D. Pedro declarou a sua permanência no país, em 9 de janeiro de 1822, no que é conhecido como Dia do Fico.

Os acontecimentos dos meses seguintes e a continuidade da posição intransigente e desrespeitosa (na visão dos colonos) são os fatores que levaram o Brasil à ruptura com Portugal. Nesse processo, D. Pedro foi muito influenciado por duas pessoas: D. Maria Leopoldina, sua esposa, e José Bonifácio de Andrada e Silva, seu conselheiro.

Em maio, ficou decretado o Cumpra-se, que determinava que as leis decretadas em Portugal só valeriam no Brasil com a aprovação pessoal de D. Pedro; e, em junho, foi convocada eleição para que fosse formada no Brasil uma Assembleia Nacional Constituinte. Ou seja, os colonos demonstravam o interesse de elaborar de uma Constituição.

A relação entre brasileiros e portugueses seguia deteriorando-se, e, no dia 28 de agosto de 1822, notícias chegaram de Portugal. Essas, na verdade, eram ordens, e as Cortes portuguesas exigiam o retorno imediato de D. Pedro para a metrópole. Nessas ordens também estava incluída a revogação de uma série de medidas em vigência no Brasil e classificadas pelos portugueses como “privilégios”.

As ordens foram lidas por D. Maria Leopoldina, que convocou uma sessão extraordinária em 2 de setembro e 1822 e nela assinou uma declaração de independência. Então organizou uma mensagem e enviou-a com caráter de urgência para D. Pedro, que estava em São Paulo. O mensageiro enviado chamava-se Paulo Bregaro.

Nessa ocasião, D. Pedro estava próximo ao Rio Ipiranga e, de acordo com a história oficial, deu o grito da independência após ficar a par das notícias enviadas por sua esposa. Esse acontecimento, porém, não possui evidências que permitam que os historiadores o comprovem. Depois da declaração de independência, D. Pedro foi aclamado imperador em 12 de outubro e coroado no dia 1º de dezembro.

Guerra de independência

A independência do Brasil não foi pacífica. Depois que a sua notícia espalhou-se, uma série de regiões rebelaram-se contra o movimento e permaneceram leais aos portugueses. Esses movimentos de resistência à independência deram-se no ParáBahiaMaranhão e Cisplatina (atual Uruguai). A guerra de independência estendeu-se até 1824 e foi encerrada com a derrota daqueles que eram leais a Portugal.

Consequências

A independência do Brasil só foi reconhecida pelos portugueses em 1825, por meio de um acordo realizado entre Brasil e Portugal e mediado pela Inglaterra. Dentre as consequências desse acontecimento, destacam-se:

·         ampliação do sistema escravocrata conforme os interesses da elite econômica do Brasil;

·         surgimento do Brasil como nação;

·         construção do brasileiro como nacionalidade;

·         endividamento do Brasil para pagar uma indenização acordada com os portugueses;

·         estabelecimento de uma monarquia (a única na América do Sul).

Resumo do processo de Independência do Brasil

·         O marco da independência brasileira é o grito do Ipiranga, que aconteceu em 7 de setembro de 1822 e foi realizado por d. Pedro I.

·         A partir de 1808, diversas mudanças foram implementadas no Brasil por causas da transferência da família real portuguesa para o Rio de Janeiro, como a abertura dos portos e a elevação do Brasil à condição de reino.

·         A Revolução Liberal do Porto de 1820 deu início ao processo de separação de Portugal do Brasil pela divergência de interesses existentes.

·         Após o retorno de d. João VI para Portugal, d. Pedro ficou no Brasil como príncipe regente.

·         A intransigência dos portugueses na relação com os brasileiros contribuiu para o distanciamento e fortalecimento do movimento de independência.

·         No Dia do Fico, d. Pedro comprometeu-se a permanecer no Brasil.

·         Após o grito de independência, houve guerras de independência em algumas partes do Brasil.

·         D. Pedro foi aclamado e depois coroado imperador do Brasil, tornando-se d. Pedro I e iniciando o Primeiro Reinado.

https://escolakids.uol.com.br/historia/independencia-do-brasil.htm

 

ATIVIDADES:

1. Explique os motivos da vinda da família real para o Brasil.

2. Relate à importância da abertura dos portos brasileiros as “nações amigas”.

3. Descreva as exigências de Portugal em relação ao Brasil com a Revolução do Porto.

4. O que foi o Dia do Fico?

5. Por que podemos afirmar que a independência do Brasil não foi um processo pacifico?

6. Destaque as consequências do processo de independência do Brasil.

7. Fala uma redação com o tema: A independência do Brasil.

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Orixás do Brasil

 

Escola:______________________________________________________

Taguatinga – TO,................./ ................................/ ................

Aluno (a).............................................................................................. Nº.............

Série/Ano: ...........         Turma:..................      Ensino:__________ Nota:______  

Disciplina: _______________  Prof°  Edílson Luiz Rocha   Valor:       

 

Orixás do Brasil

Orixás são deuses cultuados pelas muitas crenças africanas, sendo ligados à família e aos clãs. Os orixás detêm axés vinculados à natureza. A palavra axé é de abrangência extraordinária e entre os muitos significados está vida, poder, energia. O axé é a metafísica. Nas religiões africanas, o axé do orixá define o seu poder.

No sistema religioso africano, os orixás representam a força do grupo, da família. Têm caráter social e a função da proteção e sobrevivência do grupo. Para a implantação na família do axé do orixá aparece o fetichismo – concretização a um ser, adoração ou culto a um objeto.

Nas religiões africanas, o fetiche é o vínculo existente entre o orixá e os homens. Os orixás têm sua cor, seu metal ou um elemento da natureza que representa seu caráter.

Sincretismo

Quando as muitas religiões africanas são agrupadas no que ficou conhecido no Brasil como Candomblé, o caráter social de proteção ao grupo a que servem os orixás fica prejudicado. Como vieram para o País integrantes das mais diversas religiões, os orixás também eram diferentes.

Não eram raros os casos em que guerreiros inimigos prestavam atividades comuns pela imposição da escravidão, prejudicando o caráter social da crença.

As muitas nações africanas cultuavam seus próprios orixás e, conforme a atividade, muitos exibiam nomes diferentes, embora fossem idênticos. É o que ocorre, por exemplo, com Nangô, também chamado de Lembá, ou Exú, ainda conhecido como Legbá ou Bombogira.

Exú

As lendas africanas trazidas pelo povo iorua colocam Exú como um diabinho levado e no sincretismo católico, esse orixá foi associado ao demônio. É ele que leva o homem para o mal caminho, suscita guerras e disputas. Também é o responsável pelo caos e a desunião.

No período a escravidão, contudo, Exú era invocado para castigar os senhores brancos. É apresentado com um tridente de ferro, um falo imenso e chifres, como o diabo cristão.

Ogun

Ogun é orixá das guerras. É simbolizado por uma haste curvada, comom uma espada. Foi sincretizado na Bahia com Santo Antônio e no Rio de Janeiro com São Jorge. Na África é o orixá dos caçadores. O metal de Ogun é o ferro.

Omulu, Xapanã ou Abaluaiê

É o orixá que domina a Terra, o Sol e as epidemias. É o orixá da saúde, protetor dos alejados. Suas comidas são o bode, o galo e o porco.

Xangô

É o orixá do trovão e das tempestades. Seu metal é o cobre e seus poderes são o raio e o fogo. É considerado um guerreiro violento.

Yansan

Yansan é um orixá feminino. Preside os ventos, as tempestades, e dona dos raios e domina os espíritos. É simbolizada com chifres de búfalo e sua arma é a adaga. É sincretizada com Santa Bárbara.

Oxossi

É o orixá que preside a caça, sendo protetor dos caçadores. É filho de Yemanjá, juntamente com Ogun e Exú. O metal de Oxossi é o bronze e suas ferramentas são o arco e a flexa.

Nanan

É o orixá feminino mais velho. O sincretismo é feito com Santa Ana, a mãe da Virgem Maria. É o orixá que preside as águas profundas, os pântanos escuros e os nevoeiros.

Yemanjá

Yemanjá é considerada a mãe de todos os orixás. O axé de Yemanjá está em pedras do mar, conchas marinhas e vasos de porcelana azuis. Seu metal é a prata.

Tem no sincretismo com as lendas nórdicas que a associam à sereia. No catolicismo, o sincretismo ocorre com Nossa Senhora da Conceição e na Bahia com Nossa Senhora das Candeias.

É considerada a mãe das águas e referenciada com presentes e adereços. A festa de Yemanjá acontece no dia 31 de dezembro e em locais como o Rio de Janeiro atrai multidões.

Oxum

Oxum é o orixá feminino das águas, representa a sexualidade e a vaidade. Seus metais são o cobre, na África, e o latão dourado, no Brasil. Sua representação social é o amor. O sincretismo no catolicismo ocorre com Nossa Senhora das Candeias e Nossa Senhora Aparecida.

Oxunmarê

É o orixá do arco-íris, responsável pelos dias, os anos, pela sucessão de tudo o que ocorre na natureza. Representa a continuidade. O sincretismo é feito com São Bartolomeu.

Ossain

Ossain é o orixá das matas, dono das folhas e das ervas e vive na floresta. É confundido com a lenda indígena do Caipora, que tem somente uma perna. É o orixá da medicina.

Oxalá

Oxalá é o orixá da criação, o responsável por tudo o que cresce. Sua cor é o branco e o metal o alumínio. É sincretizado com Jesus Cristo jovem e no Candomblé é um guerreiro audaz.


Atividades:

Explique os termos:

Orixá

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Sincretismo

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Exú

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Ogun

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Omulu, Xapanã ou Abaluaiê

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Xangô

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Yansan

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Oxossi

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Nanan

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Yemanjá

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Oxum

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Oxunmarê

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Ossain

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Oxalá

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sexta-feira, 20 de novembro de 2020

DECLARAÇÃO DE BENS

 

DECLARAÇÃO DE BENS

Declaração de patrimônio Eu, EDILSON LUIZ ROCHA, casado, professor.

 Domiciliado (a) na rua PEDROSINO SILVA GUEDES, Qrd 26 lt 19 ,

Bairro: SANTA MARIA  na cidade de TAGUATINGA , UF TO , inscrito no CPF sob n°   e RG n°  SSP/TO, Declaro para os devidos fins que até a presente data o meu patrimônio é constituído pelos bens arrolados a seguir:

1 – Primeiro bem: Veículo Toyota / Etios HB X 2015 – 2016  valor:  32.000.00

2 – Terceiro bem ( financiado) : Imóvel constituídos por um terreno urbano situado na rua Pedrosino da Silva Guedes, Quadra 26, lote 19, na Vila Santa Maria, com área total de 360,00M2 ( trezentos e sessenta metros quadrados ). No imóvel existe uma casa residencial com área de 174, 00M2 ( cento e sessenta metros quadrados).

                                                                                                   Valor:  350.000.00

 Declaro que as informações acima apresentadas são verdadeiras e estou ciente de que a omissão de informações ou apresentação de dados ou documentos falsos e/ou divergentes implicam no cumprimento das medidas judiciais cabíveis.

Sendo o que havia a declarar e por ser expressão da verdade, firmo a presente.

TAGUATINGA – TO  _____/______/_______.

                                 

                             ___________________

                                     Assinatura

PLANO DE AULA HISTÓRIA 2020

 

Item

descrição

Ano / Período:

1ª SÉRIE

Data:

03/02/2020 a 17/04/2020

Turma(s):

62.03/EF.VESP

Componente Curricular:

HISTÓRIA

Metodologia:

Trabalhar com calendários de diferentes sociedades (Cristã, ortodoxa, muçulmana, judaica, chinesa, etc.). Elaborar uma linha do tempo com a periodização tradicional (Idade Antiga, Média, Moderna e Contemporânea). Pesquisar em livros didáticos antigos de História, coletar registros de história na região ou comunidade em que se vive, literatura de cordel, cantigas, histórias populares, anedotário, monumento histórico etc..

Objeto(s) de Conhecimento:

Compreender a historicidade no tempo e no espaço, relacionando acontecimentos e processos de transformação e manutenção das estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais, bem como problematizar os significados das lógicas de organização cronológica

Recursos Didáticos, Tecnológicos e outros:

Livro didático Data Show Violão Microsistem Textos DVDs Caixa amplificada Tablets Notebook Vídeos, filmes Documentários

Avaliação(Conceitual, Procedimental e Atitudinal):

–compreender a importância da história, bem como suas ferramentas teórico-metodológicas; -perceber que a história é a ciência que estuda as ações humanas no tempo; -definir fontes históricas e o ofício do historiador; -compreender como atuam os historiadores, como examinam as fontes e como o presente orienta o trabalho que realizam; -exercitar o método da entrevista e perceber a narrativa oral como uma ferramenta de investigação do historiador; -destacar a importância da relação presente/passado para o estudo da história; -reconhecer as principais ciências que auxiliam os estudos históricos; -caracterizar os conceitos imprescindíveis nos estudos históricos; -entender as inúmeras maneiras pelas quais o homem percebe, vive e mede o tempo; -localizar-se no tempo e nos fatos históricos; -identificar acontecimentos de curta, média e longa duração; -identificar as diferenças entre os calendários judaico, cristão e muçulmano; -perceber que os calendários e os relógios são invenções humanas feitas para medir o tempo; -reconhecer as principais medidas de períodos de tempo, com ênfase nos séculos; -diferenciar períodos com suas características específicas; reconhecer a divisão tradicional da história; -reconhecer os principais elementos teóricos que fundamentam a compreensão da origem e da evolução da humanidade;

Referências:

Boulos Junior, Alfredo História sociedade & cidadania – Edição reformulada, 6º ano / Alfredo Boulos Junior. 2. ed. São Paulo : FTD, 2018 Diretrizes Curriculares da Educação BásicaHistória Plano Político Pedagógico

Observações:

 

Item

descrição

Ano / Período:

3ª SÉRIE

Data:

03/02/2020 a 17/04/2020

Turma(s):

33.03/EM.VESP

Componente Curricular:

HISTÓRIA

Metodologia:

Considerar os mecanismos de poder da República Velha, consolidados pela “política dos governadores”, o voto de cabresto e o coronelismo. Investigar elementos da história local e regional que permitam relacionar com aspectos da República brasileira do período.

Objeto(s) de Conhecimento:

A Proclamação da República e seus primeiros desdobramentos. Experiências republicanas e práticas autori- tárias: as tensões e disputas do mundo con- temporâneo. República Velha. Era Vargas. O período varguista e suas contradições. Marcha para o Oeste na política varguista. 2º Governo de Vargas. Os Estados Unidos no Século XIX Nacionalismo e Imperialismo Partilha da África e da Ásia A Primeira Guerra Mundial A Revolução Russa

Recursos Didáticos, Tecnológicos e outros:

leitura de obras históricas, didáticas, paradidáticas, de divulgação, acadêmicas, imagens, textos, linguagem corporal, músicas, esculturas, pinturas, fotografias, mapas, tabelas, gráficos, histórias em quadrinhos (HQ), vídeos, infográficos, filmes, documentários, entrevistas, etc

Avaliação(Conceitual, Procedimental e Atitudinal):

caracterizar o processo de transição da monarquia para a república no Brasil, destacando os fatores principais da crise do regime monárquico; -interpretar as características do regime republicano no Brasil em 1889; -identificar os principais pontos da 1ª Constituição da república; -identificar as causas e os motivos das manifestações de vários grupos sociais; -descrever as características da indústria e da classe operária brasileira no início do séc. XX; -entender a primeira república como processo contínuo que beneficiou e elite econômica brasileira; -apontar os principais mercados consumidores do final do séc. XIX e início do séc. XX; *caracterizar a estrutura política brasileira definida pela Constituição de 1891; *diferenciar as leis abolicionistas no Brasil e reconhecer os limites da Lei Áurea na emancipação plena dos escravos; *descrever as características da classe operária brasileira do início do séc. XX; *explicar a guerra de Canudos e o Cangaço, inserindo-os no quadro socieconomico e político do sertão nordestino no início do regime republicano; *compreender os limites da atuação política durante a Primeira República; *relacionar a pintura modernista às mudanças socioecnomicas e políticas que marcaram a nascente república brasileira; *reconhecer a importância do movimento operário no início do séc. XX na conquista de muitos direitos garantidos ou ampliados pela Constituição de 1988.

Referências:

1. História (Ensino médio) I. Vainfas, Ronaldo. II. Faria, Sheila de Castro. III. Ferreira, Jorge. IV. Santos, Georgina dos.

Observações:

 

Item

descrição

Ano / Período:

1ª SÉRIE

Data:

03/02/2020 a 17/04/2020

Turma(s):

13.03/EM.VESP, 13.04/EM.VESP

Componente Curricular:

HISTÓRIA

Metodologia:

Trabalhar com calendários de diferentes sociedades (Cristã, ortodoxa, muçulmana, judaica, chinesa, etc.). Elaborar uma linha do tempo com a periodização tradicional (Idade An- tiga, Média, Moderna e Contemporânea). Pesquisar em livros didáticos antigos de História, coletar registros de história na região ou comunidade em que se vive, literatura de cordel, cantigas, histórias populares, anedotário, monumento histórico etc.. A invenção da escrita como marco divisor da pré-história para a história antiga, as pinturas rupestres e os registros antigos. Destacar os conhe- cimentos desses povos como: criação de calendários, conhecimento na astronomia, arquitetura, engenharia, matemática etc..

Objeto(s) de Conhecimento:

Introdução ao Estudo da História: ­ Fontes e Conceitos O Surgimento do humano: ­ Pré­história, Neolítico, Paleolítico e Idade dos Metais ­ Pré­história brasileira ­ As primeiras civilizações da América ­ África geopolítica ­ Mesopotâmia ­ Hebreus; Fenícios e Persas

Recursos Didáticos, Tecnológicos e outros:

Livros; Textos apostilados, Sala de vídeo; Laboratório de informática; Celular, pen-drive, pincel atômico, mapas políticos, papel ofício, quadro- giz

Avaliação(Conceitual, Procedimental e Atitudinal):

Criticar, analisar e interpretar fontes documentais de natureza diversa, reconhecendo o papel das diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais e dos diferentes contextos envolvidos em sua produção. Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos, a partir das categorias e procedimentos próprios do discurso historiográficos. Estabelecer relações entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos processos históricos. Construir a identidade pessoal e social na dimensão histórica, a partir do reconhecimento do papel do indivíduo nos processos históricos simultaneamente como sujeito e como produto dos mesmos. Atuar sobre os processos de construção da memória social, partindo da crítica dos diversos “lugares de memória” socialmente instituídos. Situar as diversas produções da cultura – as linguagens, as artes, a filosofia, a religião, as ciências, as tecnologias e outras manifestações sociais – nos contextos históricos de sua constituição e significação. Comparar problemáticas atuais e de outros momentos históricos. Posicionar-se diante de fatos presentes a partir da interpretação de suas relações com o passado.

Referências:

1. História (Ensino médio) I. Vainfas, Ronaldo. II. Faria, Sheila de Castro. III. Ferreira, Jorge. IV. Santos, Georgina dos.

Observações:

 

 

Item

descrição

Ano / Período:

1º PERÍODO

Data:

03/02/2020 a 17/04/2020

Turma(s):

17.01/EJA.3º SEG.NOT-SEMESTRE1

Componente Curricular:

HISTÓRIA

Metodologia:

Trabalhar com calendários de diferentes sociedades (Cristã, ortodoxa, muçulmana, judaica, chinesa, etc.). Elaborar uma linha do tempo com a periodização tradicional (Idade An- tiga, Média, Moderna e Contemporânea). Pesquisar em livros didáticos antigos de História, coletar registros de história na região ou comunidade em que se vive, literatura de cordel, cantigas, histórias populares, anedotário, monumento histórico etc.. A invenção da escrita como marco divisor da pré-história para a história antiga, as pinturas rupestres e os registros antigos. Destacar os conhe- cimentos desses povos como: criação de calendários, conhecimento na astronomia, arquitetura, engenharia, matemática etc..

Objeto(s) de Conhecimento:

Introdução ao Estudo da História: ¬ Fontes e Conceitos O Surgimento do humano: ¬ Pré-história, Neolítico, Paleolítico e Idade dos Metais ¬ Pré¬história brasileira ¬ As primeiras civilizações da América ¬ África geopolítica ¬ Mesopotâmia ¬ Hebreus; Fenícios e Persas

Recursos Didáticos, Tecnológicos e outros:

Livros; Textos apostilados, Sala de vídeo; Laboratório de informática; Celular, pen-drive, pincel atômico, mapas políticos, papel ofício, quadro- giz

Avaliação(Conceitual, Procedimental e Atitudinal):

Criticar, analisar e interpretar fontes documentais de natureza diversa, reconhecendo o papel das diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais e dos diferentes contextos envolvidos em sua produção. Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos, a partir das categorias e procedimentos próprios do discurso historiográficos. Estabelecer relações entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos processos históricos. Construir a identidade pessoal e social na dimensão histórica, a partir do reconhecimento do papel do indivíduo nos processos históricos simultaneamente como sujeito e como produto dos mesmos. Atuar sobre os processos de construção da memória social, partindo da crítica dos diversos “lugares de memória” socialmente instituídos. Situar as diversas produções da cultura – as linguagens, as artes, a filosofia, a religião, as ciências, as tecnologias e outras manifestações sociais – nos contextos históricos de sua constituição e significação. Comparar problemáticas atuais e de outros momentos históricos. Posicionar-se diante de fatos presentes a partir da interpretação de suas relações com o passado.

Referências:

1. História (Ensino médio) I. Vainfas, Ronaldo. II. Faria, Sheila de Castro. III. Ferreira, Jorge. IV. Santos, Georgina

Observações:

 

Item

descrição

Ano / Período:

2ª SÉRIE

Data:

03/02/2020 a 17/04/2020

Turma(s):

23.02/EM.VESP

Componente Curricular:

HISTÓRIA

Metodologia:

Organizar debates com os estudantes sobre os temas iluministas como: liberdade, igualdade, fraternidade influenciaram a sociedade ocidental e fazer um paralelo com o mundo contemporâneo. É importante destacar o surgimento de uma nova classe, os operários de fábricas e como viviam esses trabalhadores dentro do contexto social da época. É possível projetar a Revolução Francesa para nossa época? Qual foi o seu legado principalmente no mundo ocidental? E os conceitos de cidadania, democracia, respeito, direitos humanos, de que forma têm influenciado o mundo? Criar espaços de debate, fóruns, visitas a asilos, participar de eventos com os idosos, etc.. A Revolução Francesa e seus ideais ficaram conhecidos na América, a In- dependência dos EUA foi outro fator determinante para o surgimento de movimentos de libertação como a conjuração mineira e baiana. A figura de Tiradentes e de outros líderes dos movimentos são destaque no civismo brasileiro.

Objeto(s) de Conhecimento:

O mundo contemporâneo: o Antigo Regime em crise; A questão do iluminismo e da ilustração. Respeito e valorização do idoso. Processo de envelhecimento; As revoluções inglesas e os princípios do liberalismo; Revolução Industrial e seus impactos na produção e circulação de povos, produtos e culturas; Revolução Francesa e seus desdobramentos Os processos de independência nas Américas Rebeliões na América portuguesa: as conjurações mineira e baiana

Recursos Didáticos, Tecnológicos e outros:

Livros; Textos apostilados, Sala de vídeo; Laboratório de informática; Celular, pen-drive, pincel atômico, mapas políticos, papel ofício, quadro- giz

Avaliação(Conceitual, Procedimental e Atitudinal):

caracterizar o antigo regime e a ilustração; –identificar as principais características e pensadores do iluminismo; –identificar os governos dos déspotas esclarecidos; *relacionar a tolerância religiosa com a liberdade de expressão defendida pelo iluminismo; *identificar as diferentes posições defendidas nas 13 colonias em relação ao rompimento com a Inglaterra; *analisar um organograma da Constituição Francesa de 1791 e estabelecer relações entre a estrutura de poder e o acesso ao voto; *reconhecer na declaração do direitos do homem e do cidadão os princípios liberais que hoje predominam no mundo ocidental; *ordenar cronologicamente os principais momentos da revolução francesa; *compreender a complexidade da revolução francesa, cujo andamento foi marcado pela diversidade de interesses e objetivos, provenientes de camadas sociais heterogêneas; *perceber a influencia da revolução nos hábitos e costumes da população francesa. -diferenciar os tipos de colonização inglesa na América do Norte; -definir revolução; -estudar a divisão dos poderes e funções; -relacionar a independência dos EUA com o iluminismo; -identificar as principais Leis que motivaram os americanos a se proclamarem independentes da Inglaterra; -perceber a importância dos EUA para a América e Mundo; -diferenciar a colonização do norte e do sul dos EUA; -definir independência como processo de rompimento na relação colônia/metrópole; -analisar o processo de emancipação dos EUA como primeiro movimento americano a obter sucesso na sua tentativa de independência; -caracterizar a sociedade francesa às vésperas da revolução de 1789; -identificar as fases da revolução francesa; -diferenciar revolução francesa da industrial; -apontar as contribuições da revolução francesa para o mundo; -estudar a Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão;

Referências:

Boulos Junior, Alfredo História sociedade & cidadania – Edição reformulada, 7º ano / Alfredo Boulos Junior. 2. ed. São Paulo : FTD, 2012 Diretrizes Curriculares da Educação BásicaHistória Plano Político Pedagógico

Observações:

 

Item

descrição

Ano / Período:

8º ANO

Data:

03/02/2020 a 17/04/2020

Turma(s):

82.03/EF.VESP

Componente Curricular:

HISTÓRIA

Metodologia:

Organizar debates com os estudantes sobre os temas iluministas como: liberdade, igualdade, fraternidade influenciaram a sociedade ocidental e fazer um paralelo com o mundo contemporâneo. É importante destacar o surgimento de uma nova classe, os operários de fábricas e como viviam esses trabalhadores dentro do contexto social da época. É possível projetar a Revolução Francesa para nossa época? Qual foi o seu legado principalmente no mundo ocidental? E os conceitos de cidadania, democracia, respeito, direitos humanos, de que forma têm influenciado o mundo? Criar espaços de debate, fóruns, visitas a asilos, participar de eventos com os idosos, etc.. A Revolução Francesa e seus ideais ficaram conhecidos na América, a In- dependência dos EUA foi outro fator determinante para o surgimento de movimentos de libertação como a conjuração mineira e baiana. A figura de Tiradentes e de outros líderes dos movimentos são destaque no civismo brasileiro.

Objeto(s) de Conhecimento:

O mundo contemporâneo: o Antigo Regime em crise; A questão do iluminismo e da ilustração. Respeito e valorização do idoso. Processo de envelhecimento; As revoluções inglesas e os princípios do liberalismo; Revolução Industrial e seus impactos na produção e circulação de povos, produtos e culturas; Revolução Francesa e seus desdobramentos Os processos de independência nas Américas Rebeliões na América portuguesa: as conjurações mineira e baiana

Recursos Didáticos, Tecnológicos e outros:

Livros; Textos apostilados, Sala de vídeo; Laboratório de informática; Celular, pen-drive, pincel atômico, mapas políticos, papel ofício, quadro- giz

Avaliação(Conceitual, Procedimental e Atitudinal):

caracterizar o antigo regime e a ilustração; –identificar as principais características e pensadores do iluminismo; –identificar os governos dos déspotas esclarecidos; *relacionar a tolerância religiosa com a liberdade de expressão defendida pelo iluminismo; *identificar as diferentes posições defendidas nas 13 colonias em relação ao rompimento com a Inglaterra; *analisar um organograma da Constituição Francesa de 1791 e estabelecer relações entre a estrutura de poder e o acesso ao voto; *reconhecer na declaração do direitos do homem e do cidadão os princípios liberais que hoje predominam no mundo ocidental; *ordenar cronologicamente os principais momentos da revolução francesa; *compreender a complexidade da revolução francesa, cujo andamento foi marcado pela diversidade de interesses e objetivos, provenientes de camadas sociais heterogêneas; *perceber a influencia da revolução nos hábitos e costumes da população francesa. -diferenciar os tipos de colonização inglesa na América do Norte; -definir revolução; -estudar a divisão dos poderes e funções; -relacionar a independência dos EUA com o iluminismo; -identificar as principais Leis que motivaram os americanos a se proclamarem independentes da Inglaterra; -perceber a importância dos EUA para a América e Mundo; -diferenciar a colonização do norte e do sul dos EUA; -definir independência como processo de rompimento na relação colônia/metrópole; -analisar o processo de emancipação dos EUA como primeiro movimento americano a obter sucesso na sua tentativa de independência; -caracterizar a sociedade francesa às vésperas da revolução de 1789; -identificar as fases da revolução francesa; -diferenciar revolução francesa da industrial; -apontar as contribuições da revolução francesa para o mundo; -estudar a Declaração Universal dos Di

Referências:

Boulos Junior, Alfredo História sociedade & cidadania – Edição reformulada, 7º ano / Alfredo Boulos Junior. 2. ed. São Paulo : FTD, 2012 Diretrizes Curriculares da Educação BásicaHistória Plano Político Pedagógico

Observações:

Item

descrição

Ano / Período:

2º PERÍODO

Data:

03/02/2020 a 17/04/2020

Turma(s):

27.01/EJA.3º SEG.NOT-SEMESTRE1

Componente Curricular:

HISTÓRIA

Metodologia:

Organizar debates com os estudantes sobre os temas iluministas como: liberdade, igualdade, fraternidade influenciaram a sociedade ocidental e fazer um paralelo com o mundo contemporâneo. É importante destacar o surgimento de uma nova classe, os operários de fábricas e como viviam esses trabalhadores dentro do contexto social da época. É possível projetar a Revolução Francesa para nossa época? Qual foi o seu legado principalmente no mundo ocidental? E os conceitos de cidadania, democracia, respeito, direitos humanos, de que forma têm influenciado o mundo? Criar espaços de debate, fóruns, visitas a asilos, participar de eventos com os idosos, etc.. A Revolução Francesa e seus ideais ficaram conhecidos na América, a In- dependência dos EUA foi outro fator determinante para o surgimento de movimentos de libertação como a conjuração mineira e baiana. A figura de Tiradentes e de outros líderes dos movimentos são destaque no civismo brasileiro.

Objeto(s) de Conhecimento:

O mundo contemporâneo: o Antigo Regime em crise; A questão do iluminismo e da ilustração. Respeito e valorização do idoso. Processo de envelhecimento; As revoluções inglesas e os princípios do liberalismo; Revolução Industrial e seus impactos na produção e circulação de povos, produtos e culturas; Revolução Francesa e seus desdobramentos Os processos de independência nas Américas Rebeliões na América portuguesa: as conjurações mineira e baiana

Recursos Didáticos, Tecnológicos e outros:

Livros; Textos apostilados, Sala de vídeo; Laboratório de informática; Celular, pen-drive, pincel atômico, mapas políticos, papel ofício, quadro- giz

Avaliação(Conceitual, Procedimental e Atitudinal):

caracterizar o antigo regime e a ilustração; –identificar as principais características e pensadores do iluminismo; –identificar os governos dos déspotas esclarecidos; *relacionar a tolerância religiosa com a liberdade de expressão defendida pelo iluminismo; *identificar as diferentes posições defendidas nas 13 colonias em relação ao rompimento com a Inglaterra; *analisar um organograma da Constituição Francesa de 1791 e estabelecer relações entre a estrutura de poder e o acesso ao voto; *reconhecer na declaração do direitos do homem e do cidadão os princípios liberais que hoje predominam no mundo ocidental; *ordenar cronologicamente os principais momentos da revolução francesa; *compreender a complexidade da revolução francesa, cujo andamento foi marcado pela diversidade de interesses e objetivos, provenientes de camadas sociais heterogêneas; *perceber a influencia da revolução nos hábitos e costumes da população francesa. -diferenciar os tipos de colonização inglesa na América do Norte; -definir revolução; -estudar a divisão dos poderes e funções; -relacionar a independência dos EUA com o iluminismo; -identificar as principais Leis que motivaram os americanos a se proclamarem independentes da Inglaterra; -perceber a importância dos EUA para a América e Mundo; -diferenciar a colonização do norte e do sul dos EUA; -definir independência como processo de rompimento na relação colônia/metrópole; -analisar o processo de emancipação dos EUA como primeiro movimento americano a obter sucesso na sua tentativa de independência; -caracterizar a sociedade francesa às vésperas da revolução de 1789; -identificar as fases da revolução francesa; -diferenciar revolução francesa da industrial; -apontar as contribuições da revolução francesa para o mundo; -estudar a Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão;

Referências:

1. História (Ensino médio) I. Vainfas, Ronaldo. II. Faria, Sheila de Castro. III. Ferreira, Jorge. IV. Santos, Georgina dos

Observações:

 

📘 Texto Didático: A Formação Histórica de Taguatinga (TO)

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